22/07/2013 Noticia AnteriorPróxima Noticia

Curtas ambientais de junho e julho.

deriram à “Marcha Contra Monsanto”, no dia 25 de maio, como forma de protesto contra a manipulação genética e a monopolização do mercado da multinacional de agricultura e biotecnologia sediada nos EUA.

Muitas investigações científicas demonstram que os transgênicos ou alimentos geneticamente modificados (OGM) podem conduzir a problemas como tumores cancerígenos, infertilidade e defeitos genéticos.

Por incrível que pareça nos EUA, a FDA, que é a entidade encarregada de garantir a segurança alimentar pública, é dirigida por Michael Taylor, ex-vice presidente da Monsanto. Também o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, é gerido por Roger Beachy, ex-diretor da Monsanto

Recentemente, no Congresso dos EUA, o presidente Obama aprovou a lei H.R.933, também conhecida como “Ato de Proteção à Monsanto” que nega a autoridade às entidades federais para parar a plantação e venda de culturas transgênicas que representem um risco para a saúde.

Há muito tempo que a Monsanto é o maior beneficiante dos apoios a empresas e do favoritismo politico.

Enquanto os agricultores de cultivos orgânicos e pequenos agricultores sofrem grandes perdas, a Monsanto continua a forjar o seu monopólio no fornecimento de alimentos pelo mundo, que incluem os direitos exclusivos de patentes sobre sementes e composições genéticas. Os produtos da Monsanto são prejudiciais ao meio ambiente. A ciência afirma que as plantações de OGMs e os seus pesticidas têm causado a morte, em grande escala, de abelhas por todo o mundo.

Em testes químicos realizados em marcas populares de batons e gloss labiais, pesquisadores encontraram metais tóxicos em quantidades que poderiam provocar problemas de saúde.

No estudo publicado na edição deste mês da revista Environmental Health Perspectives, pesquisadores da Universidade da Califórnia mediram os níveis de chumbo, alumínio, cádmio, cobalto, cromo, cobre, manganês, níquel e titânio em 32 tipos de batons e gloss labiais.

Havia chumbo em 75% das amostras, sendo que metade apresentava concentrações acima do limite máximo recomendado pela FDA.

Ao analisar qual a quantidade de batom ingerida durante o uso constante, os pesquisadores descobriram que a aplicação rotineira de alguns produtos pode levar ao consumo excessivo de cromo, cádmio, alumínio e manganês.

O cádmio e o cromo são substâncias cancerígenas conhecidas, e a exposição excessiva ao manganês e ao chumbo pode provocar problemas neurológicos.

Com o objetivo de preservar a Mata Atlântica no RJ, foi lançado no dia 12 de junho o projeto Mosaicos da Mata Atlântica. A ação prevê o fortalecimento da biodiversidade por meio de ações sociais e a gestão integrada de áreas de proteção ambiental no Rio de Janeiro por parte dos governos federal, estadual e municipal.

A iniciativa é uma parceria entre a Secretaria de Estado do Ambiente (SEA) e o IBASE que estimam que 575 mil pessoas sejam beneficiadas. O secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, explicou que a conscientização será o primeiro passo do projeto para que ocorram, posteriormente, ações operacionais como reflorestamento e reprodução de espécies ameaçadas de extinção nessas áreas.

As cidades de Itanhaém, Guarujá,Ubatuba e São Paulo receberam oficinas sobre alternativas no tratamento de resíduos sólidos ministradas pelo coordenador do Programa Resíduo Zero, da pref. de São Francisco (EUA), Kevin Drew. Gestores públicos e sociedade civil puderam conhecer o trabalho desenvolvido na cidade norte-americana, que atinge um índice de 80% na recuperação de resíduos. O resultado é possível com o uso da biodigestão para tratamento dos resíduos orgânicos combinado com a reciclagem dos materiais secos (papel, metal, vidro e plástico).

A prefeitura do Rio de Janeiro apresentou no Dia do Meio Ambiente, novos caminhões e garis que serão usados para levar a coleta seletiva na cidade a 5% do lixo aproveitável ainda neste ano. A meta é inaugurar três centrais de triagem e levar o serviço a 104 bairros. Atualmente, 44 bairros cariocas contam parcialmente com a coleta seletiva, que atinge 1,4% do lixo reciclável. A Comlurb quer aumentar esse percentual para 25%. O prefeito do Rio destacou que é necessário o engajamento da população e disse que, em seu primeiro mandato, concentrou-se em extinguir o Lixão de Gramacho, que ficava em Duque de Caxias e recebia grande parte do lixo da cidade, que agora tem como principal destino o Aterro de Seropédica. A coleta seletiva no Rio tem financiamento de R$ 22 milhões do BNDES, anunciado em 2011.

Os oceanos serão um ponto crítico para a sobrevivência da espécie humana e de todos os seres vivos. Afinal, eles regulam o clima e nos proporcionam alimentação. Grande parte da população mundial vive na zona costeira. As grandes cidades do mundo estão na costa. Ao longo de centenas de anos sofrendo com a ação humana, os oceanos começam a dar sinais de desgaste. No Brasil a acidificação da água do mar, provocada pelo excesso de dióxido de carbono na atmosfera (e sua absorção pelas águas), tem provocado a morte dos bancos de corais. Nos últimos anos os oceanos passaram a receber atenção especial no mundo por causa das mudanças climáticas e da consequente elevação do nível dos mares. No Brasil, em especial, a pesquisa oceanográfica tem recebido impulso com as descobertas de petróleo na camada pré-sal.

Cientistas do Instituto de Engenharia da Universidade de Tóquio apresentaram uma pesquisa, publicada no periódico Nature Climate Change, que afirma que as mudanças climáticas levarão a mais enchentes.

Yangtzé, Mekong, Ganges, Níger, Congo, Nilo, Reno, Amazonas e Paraná, rios que têm um papel importante, servindo de fonte de alimentos, transporte e energia para a população, passarão a ter enchentes frequentes.

Novos dados apresentados pela Agência Internacional de Energia sugerem que as emissões de gases do efeito estufa (GEEs) bateram um novo recorde no último ano, chegando a 31,6 bilhões de toneladas.

Mas apesar da marca atingida, o documento indica que ainda há razões para comemorar: o aumento, de 1,4% em relação ao último ano, é o menor desde 2003, e as emissões de alguns dos maiores poluidores apresentaram quedas substanciais.

Nos EUA, por exemplo, a substituição do carvão pelo gás natural como fonte de combustível baixou as emissões do país em 200 milhões de toneladas (Mt), ou 3,8%, reduzindo-as aos níveis da metade dos anos 1990.

Na Europa, mesmo com alguns países aumentando o uso do carvão, as emissões foram reduzidas em 50 Mt, ou 1,4%, devido à recessão econômica, crescimento das renováveis e melhora na eficiência energética.

Pesquisadores liderados pelo professor Gareth Russel, do Instituto de Tecnologia de Nova Jersey, sugerem que a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN, em inglês) reavalie o status de conservação de 28 espécies de pássaros da Mata Atlântica. Eles avaliaram o risco de extinção de 127 espécies de pássaros que dependem da floresta para sobreviver e concluíram que muitas dessas aves correm mais risco de desaparecer do que se acreditava até agora.

Por: ForumSeculo21