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Em relação a atual crise econômica mundial que parece se aprofundar, qual é o pensamento de nossos leitores?

A crise vai continuar se aprofundando, exigindo mudanças drásticas no atual sistema econômico, que permanecerá apenas se for capaz de reverter sua capacidade de gerar injustiça social e sua insensibilidade em relação a exploração do meio ambiente.
A crise vai passar e o desenvolvimento vai voltar, pois o sistema econômico, auxiliado pelos governos, saneará tecnicamente a crise e aperfeiçoará o sistema.
A humanidade vai partir para uma completa e radical mudança no sistema econômico vigente, transformando definitivamente a economia e mudando a sociedade.
Na verdade esta crise é causada, principalmente, pelos governos e sua excessiva intromissão nos assuntos econômicos, e também sua costumeira incompetência e corrupção, além de onerarem demais a sociedade com impostos sem darem os retornos combinados e necessários.

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Minc anuncia R$ 850 milhões para conter enchentes no Rio

 

Uma semana depois do início da tragédia que se abateu sobre o norte e noroeste fluminense devido a fortes chuvas, que já mataram pelo menos sete pessoas e deixaram 15 mil desalojados ou desabrigados no estado, o secretário do Ambiente do Rio de Janeiro, Carlos Minc, anunciou investimentos da ordem de R$ 850 milhões para evitar inundações na região, sendo a maior parte do governo federal e 20% de contrapartida do Estado.

Segundo Minc, oito projetos de combate a enchentes para as regiões afetadas e para o município de São Gonçalo foram apresentados na última quinta-feira (5) ao ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, e três foram selecionados para serem executados imediatamente com os recursos.

O primeiro projeto receberá R$ 350 milhões e pretende proteger quatro cidades cortadas pelo rio Muriaé (Laje do Muriaé, Itaperunam Italva e Cardoso Moreira), fortemente afetadas pela cheia do rio que nasce em Minas Gerais. Os recursos serão usados para construção de 3 extravasores (estrutura para controle da passagem da água) e uma barragem de controle de cheias.

Somente o município de Cardoso Moreira, um dos mais afetados pelas chuvas de 2012, receberá R$ 200 milhões desse total para construção de uma barragem de controle de cheias. A finalidade é reter as águas em tempos de cheia e só liberá-las aos poucos, em pequeno volume, de volta ao leito do rio.

O extravasor de controle de cheias de Laje de Muriaé será o primeiro a ser construído e servirá de modelo para a execução dos outros extravasores, informou o secretário. Com 7,5 mil habitantes, a cidade foi alagada logo no início do temporal da semana passada, com o nível das águas do rio Muriaé subindo quase três metros acima da sua calha.

Outros R$ 300 milhões serão utilizados em um segundo projeto, que consiste na ampliação já em curso da dragagem e recuperação ambiental de canais do município de Campos e regiões adjacentes, no norte Fluminense, a partir da implantação dps subsistemas Campos/Macaé e Vigário.

O R$ 200 milhões restantes, serão destinados à recuperação dos rios Imboaçu e Alcântara, em São Gonçalo, na região metropolitana do Rio de Janeiro, incluindo dragagem, canalização, remoção das famílias que vivem nas margens e recuperação ambiental dessas margens.

Chuvas - Deslizamentos de terra provocaram a morte de ao menos sete pessoas hoje no distrito de Jamapará, em Sapucaia (RJ). Há informações de que cerca de 12 pessoas ainda estão soterradas. Bombeiros fazem buscas na região.

Já na cidade de Cardoso Moreira (RJ), um dique se rompeu no domingo (8) devido à cheia do rio Muriaé. A situação, no entanto, já está normalizada no distrito de Outeiro, segundo a Defesa Civil. Informações apontam que mais de 40 famílias foram atingidas.

Um outro dique também já tinha rompido na semana passada, em Campos (RJ). O bairro Três Vendas foi atingido e cerca de 500 famílias foram removidas. A região ainda está tomada pela água.

De acordo com a Secretaria de Defesa Civil do Rio, até a noite de domingo, 10.759 pessoas estavam desalojadas e 3.980 desabrigadas em todo o Estado por conta das chuvas. Itaperuna, Italva e Laje do Muriaé foram os municípios que apresentaram o maior índice de chuvas – um acumulado de 100mm em 24 horas.

Por: Folha.com

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