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Porque o ser humano parece consciente, mas continua com sua marcha rumo ao desenvolvimento insustentável?

Este é o único desenvolvimento possível e tudo vai se arrumar.
O ser humano não sabe fazer de outra maneira e parece estar condenado
Faltam apenas mecanismos de controle mais eficientes
Os políticos estão sempre negociando com os grandes interesses economicos
As pessoas não estão conscientes e desejam aumentar, ainda mais, o seu consumo irresponsável
Por causa de seu vazio de Deus, o ser humano adoece de ganancia e vaidade.

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Evento cultural discute opções para diminuir impacto ambiental cotidiano
 

São Paulo - Com filmes, fotografias e obras de arte, o evento cultural Copenhagen é Aqui pretende envolver o público em debates sobre opões para reduzir o impacto ambiental gerado pelas ações cotidianas. A programação, toda gratuita, começou no dia 24 e vai até o dia 20 de dezembro, no espaço Matilha Cultural, no centro de São Paulo.

O nome do evento é uma referência à Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-15), que se inicia no dia 7 de dezembro, em Copenhague, na Dinamarca.

Uma das exposições é formada por 20 fotografias da organização não governamental (ONG) Greenpeace mostrando crimes ambientais. “Como a gente não pode levar todo mundo para a Amazônia para ver o que está acontecendo lá, a gente traz um pouco dos acontecimentos de lá e mostra para as pessoas aqui”, explicou o membro da Campanha Amazônia do Greenpeace, Marcio Astrini.

Segundo ele, as imagens buscam sensibilizar o público para os desdobramentos das agressões ambientais. “Você procura sensibilizar as pessoas, não só pelo visual, mas também pela informação. Quando aquela floresta é derrubada ela emite carbono que contribui para o aquecimento global e faz do Brasil um grande responsável por esse aquecimento. Também passar para elas, como elas podem em suas ações cotidianas, com as mudanças de seu hábitos, contribuir para mudar essa realidade.”

Além das fotos e instalações artísticas, os organizadores do projeto planejam uma “ação de guerrilha”: transformar, por sete dias, as vagas de estacionamento da Rua Rêgo Freitas em espaços verdes de convivência, com bancos, plantas e música.

A diretora da Matilha Cultural, Rebeca Lerer, ressaltou que a ação pretende chamar a atenção das pessoas para a necessidade de um “processo de revitalização e humanização do centro de verdade”.

Daniel Mello

Por: Agência Brasil





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