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Porque o ser humano parece consciente, mas continua com sua marcha rumo ao desenvolvimento insustentável?

Este é o único desenvolvimento possível e tudo vai se arrumar com os avanços tecnológicos.
O ser humano não sabe fazer de outra maneira e parece estar condenado
Faltam apenas mecanismos de controle mais eficientes
Os políticos estão sempre negociando com os grandes interesses economicos
As pessoas não estão conscientes e desejam aumentar, ainda mais, o seu consumo irresponsável
Por causa de seu vazio de Deus, o ser humano adoece de ganancia e vaidade.

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Rio das Ostras Jazz & Blues Festival é aclamado pelo público
 

Mais de 60 mil pessoas passaram pelos três palcos montados durante a sétima edição do Rio das Ostras Jazz & Blues Festival. Foi o maior público do festival, desde a primeira edição. Só a Cidade do Jazz e Blues, montada no antigo Camping em Costazul recebeu cerca de 20 mil pessoas por dia. “O festival cresce a cada ano e está se consolidando como o maior evento do gênero no país”, explicou o secretário de Turismo, Indústria e Comércio, Alan Machado.

Nem mesmo a chuva, de sexta e sábado, comprometeu a vibração da platéia, segundo o músico Marco Vital, líder da Dixie Square. “Sem dúvida, esse foi o festival com maior público desde que começamos a nos apresentar. O evento vem crescendo a cada ano e a adesão foi maravilhosa. As pessoas abriram mão do conforto, e assistiram aos shows mesmo com chuva e foi emocionante ver as pessoas tão dispostas a ouvir boa música”, comentou Vital.  

Outro músico que se emocionou com a “energia e o calor do povo” foi Jason Miles, que fechou a segunda noite do evento e tocou pela primeira vez no país. "Minha segunda família é brasileira. Tenho grandes amigos nascidos aqui e gosto muito dos músicos brasileiros", afirmou, lembrando nomes como Milton Nascimento, João Bosco, Ivan Lins, Maria Bethânia e Bebel Gilberto.

O músico John Hammond que fez a última apresentação na Lagoa do Iriry ficou encantado com a estrutura do evento. “Este é um dos melhores festivais que já participei. O entusiasmo do público faz eu me sentir honrado aqui”, disse Hammond.  

TURISTAS- O evento contou com a presença de turistas de vários estados do país e também do exterior. O americano John Denver se surpreendeu com a qualidade do festival. “Já fui a festivais no meu país onde paguei para entrar e não vi a mesma qualidade do evento de Rio das Ostras. È uma festa democrática”, disse Denver.

Para a publicitária Daniela Sacramento, moradora de Rio das Ostras, o festival está melhor a cada ano. “A infraestrutura, a diversidade e qualidade das atrações, a acessibilidade aos locais, tudo está melhor a cada edição do festival”, avaliou a publicitária, destacando o crescimento do evento, que alcançou público de shows populares nos últimos quatro anos.  

Rio das Ostras Jazz e Blues Festival deverá ganhar edição especial em comemoração aos 50 anos de Brasília

A credibilidade e o sucesso conquistados pelo Rio das Ostras Jazz e Blues Festival estão atraindo a atenção de outros municípios. Prova disso foi a proposta que a cidade recebeu para levar uma edição especial do evento para Brasília no próximo ano, durante a festa de comemoração dos 50 anos da capital brasileira. A novidade foi anunciada pelo prefeito Carlos Augusto no dia 12, durante uma coletiva à imprensa, que contou também com a participação do secretário de Turismo, Alan Machado, e do produtor do festival, Stênio Matos.

“Conseguimos transformar o nosso festival em algo diferenciado, um evento de jazz e blues com público de shows populares. Acredito que isso tenha chamado a atenção do governo de Brasília, com quem possivelmente iremos firmar parceria, fazendo com que Rio das Ostras fique ainda mais conhecida como um destino turístico de qualidade”, destacou o prefeito.

O evento ainda não tem data marcada, mas deverá acontecer na Praça dos Poderes com a mesma estrutura do que é realizado em Rio das Ostras.  

Carlos Augusto disse ainda que a partir de 2010 vai realizar eventos do gênero em outros meses do ano. Para isso, pretende buscar o apoio de novos parceiros. “Tenho certeza de que o país não estivesse enfrentando essa grande crise financeira teríamos muito mais propostas de patrocínios para o festival, já que o evento atingiu um patamar de grande credibilidade e sucesso”, avaliou o prefeito.  

Comércio e setor hoteleiro comemoram sucesso do festival

Quem também comemorou o sucesso da sétima edição do Festival de Jazz e Blues foi o comércio local e o setor hoteleiro. As pousadas e hotéis de Rio das Ostras estiveram próximos de 100% de ocupação durante os cinco dias de shows. “Esse é um evento que movimenta a economia local, beneficiando nossa rede hoteleira, restaurantes e comércios em geral, além de reafirmar nossos investimentos no turismo sustentável”, observou Alan Machado.

A estrutura montada para os restaurantes na Cidade do Jazz e Blues, foi elogiada pelo empresário Henrique Anderson, que participou pela segunda vez do festival. “O público é excelente e o retorno é maravilhoso. É uma forma de divulgar o restaurante e além do que vendemos no evento, recebemos vários turistas para almoçar e jantar”, contou.

Outro empresário que ficou satisfeito com o retorno do evento foi Ginaldo de Souza. “O Festival de Jazz e Blues é de longe o melhor evento do município. Recebemos um público de qualidade, que consome e nos dá o melhor lucro entre todos os eventos promovidos na cidade”, afirmou Souza, que contratou 6 músicos para oferecer para o público almoços e jantares ao som de jazz em seu restaurante. “Temos que trabalhar em cima deste público. Foi o segundo ano que fizemos esses shows e tivemos um retorno excelente”, explicou.

O empresário Ricardo Lucena, que tem uma pousada em Ouro Verde, também acredita que o festival tem um público de qualidade. “Fechei com um grupo de 52 pessoas de Brasília em outubro, ou seja, com muita antecedência. Essa é a prova de que o retorno para o setor hoteleiro da cidade é excelente”, disse Lucena.

Para o assessor de Indústria e Comércio de Rio das Ostras, Sérgio Azevedo, iniciativas como essa alavancam o desenvolvimento sustentável do município. “O festival faz a economia girar em um mês que tradicionalmente estaria mais parada”, explicou Azevedo.

Por: Secretaria de Comunicação de Rio das Ostras





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